sexta-feira, 28 de abril de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
Resumo História da Filosofia
Filosofia Antiga
trata-se do início da Filoso a, da formulação de seus primeiros problemas. A Filoso a Antiga abrange um período que vai do final do século VI a.C. até o século VII d.C. tendo como espaços iniciais as cidades-Estado da grécia, também desenvolveu-se em várias cida- des do Império Romano, inclusive no Norte da África. Os escritos da época sobre os quais temos conhecimento foram produzidos, em geral, em grego e latim, mas os espaços culturais em que se desenvolveram eram bastante heterogêneos. Muitos textos dos pensadores desse período acabaram se perdendo, restando-nos apenas alguns livros e fragmentos.
trata-se do início da Filoso a, da formulação de seus primeiros problemas. A Filoso a Antiga abrange um período que vai do final do século VI a.C. até o século VII d.C. tendo como espaços iniciais as cidades-Estado da grécia, também desenvolveu-se em várias cida- des do Império Romano, inclusive no Norte da África. Os escritos da época sobre os quais temos conhecimento foram produzidos, em geral, em grego e latim, mas os espaços culturais em que se desenvolveram eram bastante heterogêneos. Muitos textos dos pensadores desse período acabaram se perdendo, restando-nos apenas alguns livros e fragmentos.
Filosofia Medieval
A Filosofia Medieval desenvolveu-se no período que vai do século VIII ao século XIV. Seus espaços foram, principalmente, os mos- teiros e ordens religiosas europeias, onde a Igreja Católica tinha hegemonia.
Entretanto, houve manifestações losó cas fora do mundo cristão, em especial no mundo árabe e judeu. A Filoso a desse período foi uma das áreas do conhecimento que ajudaram a fomentar a criação das universidades. Sua prin- cipal discussão era a relação entre fé e razão, ou seja, a tentativa de separar o que pertenceria a Deus (a teologia) e o que pertenceria aos homens.
A Filosofia Medieval desenvolveu-se no período que vai do século VIII ao século XIV. Seus espaços foram, principalmente, os mos- teiros e ordens religiosas europeias, onde a Igreja Católica tinha hegemonia.
Entretanto, houve manifestações losó cas fora do mundo cristão, em especial no mundo árabe e judeu. A Filoso a desse período foi uma das áreas do conhecimento que ajudaram a fomentar a criação das universidades. Sua prin- cipal discussão era a relação entre fé e razão, ou seja, a tentativa de separar o que pertenceria a Deus (a teologia) e o que pertenceria aos homens.
Filosofia Moderna
Iniciada no século XIV, a Filoso a Moderna se estende até o nal do século XVIII, no con- tinente europeu. Nessa época, a Europa foi palco do desenvolvimento do capitalismo, da formação dos Estados nacionais, das grandes navegações e dos processos de colonização e formação dos impérios. A Igreja Católica per- deu a hegemonia para o protestantismo e para as ideias que incentivavam a liberdade do homem em relação à religião. Sua principal discussão era a preocupação com o homem racional e livre, com as mudanças na política e com a esperança nas ciências empíricas.
Iniciada no século XIV, a Filoso a Moderna se estende até o nal do século XVIII, no con- tinente europeu. Nessa época, a Europa foi palco do desenvolvimento do capitalismo, da formação dos Estados nacionais, das grandes navegações e dos processos de colonização e formação dos impérios. A Igreja Católica per- deu a hegemonia para o protestantismo e para as ideias que incentivavam a liberdade do homem em relação à religião. Sua principal discussão era a preocupação com o homem racional e livre, com as mudanças na política e com a esperança nas ciências empíricas.
Filosofia Contemporânea
A Filosofia Contemporânea estende-se do nal do século XVIII até os nossos dias. É possí- vel dizer que seus objetos de estudo se inspiram na Revolução Francesa e na Revolução Indus- trial, com a crescente desumanização do processo social de produção. Seu espaço central ainda é a Europa, mas cada vez mais atinge outros espaços, como, por exemplo, os Estados Unidos da América.
A Filosofia Contemporânea estende-se do nal do século XVIII até os nossos dias. É possí- vel dizer que seus objetos de estudo se inspiram na Revolução Francesa e na Revolução Indus- trial, com a crescente desumanização do processo social de produção. Seu espaço central ainda é a Europa, mas cada vez mais atinge outros espaços, como, por exemplo, os Estados Unidos da América.
Georg Simmel
- Nasceu na Alemanha, filho de judeus convertidos ao protestantismo – religião em que Georg Simmel foi batizado. O fato de vir de uma família com origem judaica, mesmo que convertida, era motivo de preconceito;
- Em virtude de tal preconceito e do fato de ser um crítico dos valores dominantes em sua época, só conseguiu o cargo de professor contratado em tempo integral em 1914, apenas quatro anos antes de morrer de câncer, em 1918. Antes disso, permaneceu durante muitos anos como professor não contratado. Só recebia se os alunos se inscrevessem nos seus cursos. Ainda assim, suas aulas estavam sempre repletas, pois era visto como um bom professor e homem brilhante. Era assim que ele conseguia algum ganho, apesar de seu sustento vir muito mais de uma herança que recebera pelo falecimento do seu tutor (MORAES FILHO, 1983);
- Simmel não procurou criar uma grande teoria. Na verdade, era a favor de escrever ensaios (pequenos textos instigantes sobre um tema) e por isso trabalhou os mais diferentes temas, como: a ponte e a porta, o adorno, o jarro, a coqueteria, a loso a de uma forma geral (do dinheiro e do amor, por exemplo), entre muitos outros;
- O mais importante é enfatizar que, de certa maneira, por ser ex-judeu, Simmel sentia-se um estrangeiro, pois era tratado como tal. Dessa forma, os alunos poderão compreender a importância do estrangeiro não apenas em sua obra, como também em sua vida.
- O primeiro é que é preciso distinguir o viajante do estrangeiro. O estrangeiro, para Simmel, é aquele que chega e não vai embora. Logo, não é um mero viajante. É a gura que se muda de um lugar para outro, para ali residir, e não o turista;
- Como estrangeiro, sua posição em relação ao grupo é marcada pelo fato de não pertencer ao grupo desde o início do mesmo ou desde que nasceu;
- Destaca-se ainda a ambiguidade do estrangeiro em relação ao grupo. Ele é um elemento do grupo, mesmo que não se veja como um, ou que não seja visto como parte dele pelos demais membros. Ou seja, é um elemento do conjunto, assim como são os indigentes ou os mendigos e toda espécie de “inimigos internos” (MORAES FILHO, 1983, p. 183).
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)